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segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Ressurreição e Reencarnação (Apologética)

Ressurreição e Reencarnação (Apologética)


Não há porque confundir as duas doutrinas. Ressurreição é doutrina cristã; reencarnação é doutrina espírita. São caminhos que não se cruzam. A doutrina ou teoria do Espiritismo está contida no Livro dos Espíritos, escrito pelos “espíritos”, com 1009 quesitos, e em outros livros de autoria de Allan Kardec. As doutrinas básicas do Cristianismo estão detalhadas na Bíblia Sagrada, regra de fé e prática dos cristãos, escrita sob inspiração divina. A Bíblia é a palavra de Deus. O Cristianismo é único, exclusivo, e não se confunde com qualquer outra religião não cristã. Somente os que seguem a Cristo podem ser considerados cristãos. Dito isto, examinemos as duas doutrinas.


Reencarnação



Reencarnação é a volta do espírito ao plano material. Quando o homem morre, o corpo desce à sepultura e o espírito segue para o mundo espiritual. A doutrina da reencarnação sustenta que o espírito retorna à vida terrena, em novo corpo, tantas vezes quantas sejam necessárias. O objetivo desse retorno “é fazê-los chegar à perfeição” e proporcionar um “melhoramento progressivo da Humanidade”. “As reencarnações sucessivas são sempre muito numerosas, porque o progresso é quase infinito” (Quesitos 132, 167 e 169 do Livro dos Espíritos).



Ressurreição



De acordo com o ensino da Bíblia Sagrada, só há uma separação corpo-espírito, i.e., o homem só morre uma vez: “E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo, assim também Cristo, oferecendo-se uma vez para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação” (Hebreus 9.27-28). Como vimos, o homem morre e fica aguardando julgamento. Haverá um dia em que todos serão julgados.



O Senhor Jesus ensinou que o injusto, quando morre, vai para um lugar de tormentos. O justo, para um lugar de paz. Tal ensino está na parábola do rico e Lázaro (Lucas 16.19-31). Todos ficam aguardando a ressurreição.



Ressurreição significa a vivificação do corpo morto, não importa quanto tempo esteja nesse estado. Significa o reencontro do espírito com o corpo original: “E, se o Espírito daquele que dentre os mortos ressuscitou a Jesus habita em vós, aquele que dentre os mortos ressuscitou a Cristo também vivificará os vossos corpos mortais pelo seu Espírito que em vós habita” (Romanos 8.11). Na vinda do Senhor, “os que morreram em Cristo [i.e., os cristãos, aqueles que crêem em Jesus como Senhor e Salvador] ressurgirão primeiro”. Os que estiverem vivos na Sua vinda serão arrebatados e estarão para sempre com o Senhor (1 Tessalonicenses 4.16-17). Sob inspiração divina, o apóstolo Paulo declara: “Cremos que Jesus morreu e ressurgiu, assim também cremos que aos que dormem em Jesus, Deus os tornará a trazer com ele” (v.14). A redenção dos cristãos abrange o corpo (Romanos 8.23).



Exemplos na Bíblia Sagrada se contrapõem à doutrina da reencarnação. Ao ladrão que se arrependeu, Jesus prometeu: “Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso” (Lucas 23.43). Esse ladrão tinha motivos de sobra para reencarnar umas mil vezes até se tornar perfeito. Jesus perdoou seus pecados e lhe garantiu a vida eterna. Moisés e Elias apareceram na transfiguração de Jesus. Nada indica que tenham retornado à vida corpórea para serem purificados. Foram reconhecidos pela fisionomia original.

CARNAVAL

CARNAVAL (Festas Pagãs)

O Carnaval, essa festa que arrebata multidões para as ruas, promove desfiles suntuosos, comilança, excessos em geral e também muita violência, liberalidade sexual etc. Ao estudarmos a origem do Carnaval, vemos que ele foi uma festa instituída para que as pessoas pudessem se esbaldar com comidas e festa antes que chegasse o momento de consagração e jejum que precede a Páscoa, a Quaresma.




"O Carnaval é uma celebração que combina desfiles, enfeites, festas folclóricas e comilança que é comumente mantido nos países católicos durante a semana que precede a Quaresma. Carnaval, provavelmente vem da palavra latina "carnelevarium" (Eliminação da carne), tipicamente começa cedo no ano novo, geralmente no Epifânio, 6 de Janeiro, e termina em Fevereiro com a Mardi Gras na terça-feira da penitência (Shrove Tuesday)." (The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997. Traduzido por Irlan de Alvarenga Cidade)



Em contra partida vemos que isso era apenas um pretexto para que os romanos e gregos continuassem com suas comemorações pagãs, apenas com outro nome, já que a Igreja Católica era quem ditava as ordens na época e não era nada ortodoxo se manter uma comemoração pagã em meio a um mundo que se dizia Cristão. "Provavelmente originário dos "Ritos da Fertilidade da Primavera Pagã", o primeiro carnaval que se tem origem foi na Festa de Osiris no Egito, o evento que marca o recuo das águas do Nilo. Os Carnavais alcançaram o pico de distúrbio, desordem, excesso, orgia e desperdício, junto com a Bacchanalia Romana e a Saturnalia. Durante a Idade Média a Igreja tentou controlar as comemorações. Papas algumas vezes serviam de patronos, então os piores excessos eram gradualmente eliminados e o carnaval era assimilado como o último festival antes da ascensão da Quaresma. A tradição do Carnaval ainda é comemorada na Bélgica, Itália, França e Alemanha. No hemisfério Ocidental, o principal carnaval acontece no Rio de Janeiro, Brasil (desde 1840) e a Mardi Gras em New Orleans, E.U.A. (dede 1857). Pré-Cristãos medievais e Carnavais modernos tem um papel temático importante. Eles celebram a morte do inverno e a celebração do renascimento da natureza, ultimamente reunimos o individual ao espiritual e aos códigos sociais da cultura. Ritos antigos de fertilidade, com eles sacrifícios aos deuses, exemplificam esse encontro, assim como fazem os jogos penitenciais Cristãos. Por outro lado, o carnaval permite paródias, e separação temporária de constrangimentos sociais e religiosos. Por exemplo, escravos são iguais aos seus mestres durante a Saturnália Romana; a festa medieval dos idiotas inclui uma missa blasfemiosa; e durante o carnaval fantasias sexuais e tabus sociais são, algumas vezes, temporariamente suspensos." (The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997. Traduzido por Irlan de Alvarenga Cidade) A Enciclopédia Grolier exemplifica muito bem o que é, na verdade, o carnaval. Uma festa pagã que os católicos tentaram mascarar para parecer com uma festa cristã, assim como fizeram com o Natal. Os romanos adoravam comemorar com orgias, bebedices e glutonaria. A Bacchalia era a festa em homenagem a Baco, deus do vinho e da orgia, na Grécia, havia um deus muitíssimo semelhante a Baco, seu nome era Dionísio, da Mitologia Grega Dionísio era o deus do vinho e das orgias. Veja o que The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997 diz a respeito da Bacchanalia, ou Bacanal, Baco e Dionísio e sobre o Festival Dionisiano: "O Bacanal ou Bacchanalia era o Festival romano que celebrava os três dias de cada ano em honra a Baco, deus do vinho. Bebedices e orgias sexuais e outros excessos caracterizavam essa comemoração, o que ocasionou sua proibição em 186 dC." (The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997. Traduzido por Irlan de Alvarenga Cidade) Essa descrição da Bacchanalia encaixa como uma luva em Carnaval "Da Mitologia Romana, Baco era o Deus do vinho e da orgia. O filho de Semele e Júpiter, Baco era conhecido pelos gregos como Dionísio. Sua esposa era Ariadine." "Dionísio era o antigo deus grego da fertilidade, danças ritualísticas e misticismo. Ele também supostamente inventou o vinho e também foi considerado o patrono da poesia, música e do drama. Na lenda Órfica Dionísio era o filho de Zeus e Persephone; em outras lendas, de Zeus e Semele. Entre os 12 deuses do Monte Olimpo ele era retratado como um bonito jovem muitas vezes conduzido numa carruagem puxada por leopardos. Vestido com roupas de festa e segurando na mão uma taça e um bastão. Ele era geralmente acompanhado pela sua querida e atendido por Pan, Satyrs e Maenades. Ariadine, era seu único amor." "O Festival Dionisiano era muitas vezes orgíaco, adoradores algumas vezes superavam com êxtase e entusiasmo ou fervor religioso. O tema central dessa adoração era chamado Sparagmos: deixar de lado a vida animal, a comida dessa carne, e a bebida desse sangue. Jogos também faziam parte desse festival." (The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997. Traduzido por Irlan de Alvarenga Cidade)

O Festival Dionisiano então, não parece ser a mesma coisa que a Bacchanalia e o Carnaval?

Nós, os Cristãos, não devemos concordar de modo algum com essa comemoração pagã, que na verdade é em homenagem a um falso deus, patrono da orgia, da bebedice e dos excessos, na verdade um demônio. Pense nisso.

Quem foram os irmãos Cosme e Damião?

A VIDA DE COSME E DAMIÃO (Festas Pagãs)

Quem foram os irmãos Cosme e Damião?




Foi numa tarde bem bonita do dia 27 de setembro, que Leandro recebeu a visita do seu amigo Juninho. Ele veio convida-lo para juntos apanharem saquinhos de doces de “Cosme e Damião”.



- Juninho, você sabe que eu gosto de sair com você, mas, pegar doces de Cosme e Damião, eu não vou.



- Ué, você tem alguma coisa contra Cosme e Damião?



- Bem, é claro que não! Eles eram seguidores de Jesus Cristo, assim como eu sou. Você sabia Juninho?



- Pra falar a verdade, não.



- Então posso contar só um pouco da vida deles?



- Claro que sim, você me deixou curioso. Pode contar!



- Eles nasceram na Arábia no terceiro século depois de Cristo, eram gêmeos e seus pais eram crentes em Jesus. Quando cresceram, foram estudar num lugar chamado Síria, e lá se tornaram médicos. Mas eles tinham um apelido muito interessante: “ANARGIROS”.



- O que isto significa?



- Quer dizer, “INIMIGOS DO DINHEIRO”, pois eles não cobravam nada, nenhum centavo pelo trabalho deles.



- Já que eles trabalhavam de graça, começaram a ser conhecidos atraindo assim muita gente para ouvir a mensagem que eles pregavam sobre o Salvador Jesus Cristo, nosso Senhor.



Tem mais!



Havia um homem muito mau que odiava os que eram cristãos.

O nome dele era Diocleciano, imperador romano.

Esse homem perverso, mandou para a cidade de Egéia, aonde estavam Cosme e Damião, um representante de nome Lísias. Então, sob o comando dele, começaram a torturar Cosme e Damião. Finalmente, depois de tortura-los... cortaram suas cabeças. Desse modo eles foram mortos no ano 283 depois de Cristo.



- Que coisa triste!



Mas, eles foram mortos só porque trabalhavam de graça como médicos?



- Não, Juninho, não foi isso. O motivo foi outro! Vou lhe contar:



Diocleciano, o Imperador Romano, odiava os cristãos porque eles eram fiéis a Jesus Cristo e não adoravam os ídolos fabricados por mãos humanas. Lísias mandou que eles adorassem ou se ajoelhassem diante diante de algumas imagens. Porém como seguidores de Jesus, nunca poderiam fazer isso.

A Bíblia diz:

"Não farás para ti imagens de escultura, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás diante delas, nem as servirás, porque eu o Senhor teu deus, sou Deus zeloso...” Êxodo 20:4-5.

Foi então por obedecerem as ordens de Deus e não se encurvarem ou rezarem às imagens que eles morreram.



- Agora eu fiquei confuso, Leandro.



- Por que Juninho?



- É que lá em casa tem IMAGENS de São Cosme e São Damião. E minha mãe sempre ensina a gente a rezar pedindo a proteção a eles.



- E você acha que isso é certo? Você acha que Cosme e Damião se ajoelhariam ou rezariam para uma imagem pedindo proteção ou ajuda?



- Eu acho que não! Eles morreram justamente por não fazer o que eu e minha família fazemos.



- Como você acha que eles se sentiriam vendo vocês fazendo isso?



- Acho que ficariam tristes.



- E quem mais ficaria triste?



- Será que JESUS CRISTO também ficaria triste!?



- Isso mesmo Juninho!



Pois foi Jesus quem falou:

“Eu sou o caminho e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao pai, senão por mim.” (João 14:6)

Portanto não adianta pedir nada a Cosme e Damião, a São João, São Paulo, Santa Maria ou outro “santo” qualquer.

Devemos buscar somente a JESUS, o FILHO DE DEUS.

Foi Ele que morreu por nós numa cruz, ressuscitou ao terceiro dia e hoje roga a DEUS por nós. ( I Timóteo 2:5; I João 2:1)



- Isso quer dizer que comer doces de Cosme e Damião está errado?



- Bem, Juninho, gosto muito de doce. Se eu quiser comer, compro um. Eu não como os doces de Cosme e Damião, porque quem distribui doces nesse dia faz isso porque fez promessas a eles.



E você sabia que esses doces são oferecidos aos “santos”, em algum terreiro de macumba ou centro espírita como pagamento de promessas?

E se eu comer estarei apoiando e concordando com o erro deles.



A Bíblia diz que não pode haver amizade entre luz e escuridão, nem entre Jesus e o diabo. (II Coríntios 6:14-16)

E, a Bíblia diz mais:

“DEUS É LUZ E NELE NÃO HÁ TREVAS NENHUMA”.

Além disso, esses que parecem ser “santos” nos terreiros ou centros, são na realidade demônios (ajudantes do diabo) que estão enganando tais pessoas. (I Coríntios 10:19-21)



Viu, porque não como os doces, balas e salgados de Cosme e Damião?



Pois a Bíblia diz em Romanos 10:11 que aquele que crê em JESUS nunca fica confundido ou em dúvidas nesse assunto.



- Agora entendi! Não vou mais atrás desses doces. Gostei da verdadeira história de Cosme e Damião, e quero saber mais de Jesus.



- Que bom você tomar esta decisão agora !



- Conte-me Leandro, onde você conseguiu estas informações?



- Minha mãe fez a pesquisa na Enciclopédia Universal Ilustrada Europeo-Americana (Volume 15, págs. 1140-1142).



- Que bom! Mas o melhor foi saber que Jesus é o Filho de Deus, amigo das crianças e Salvador dos que crêem nele.